Os provedores criam emails armadilhas e distribuem pela web. Esses emails são chamados spamtrap e são usados para identificar IPs que possuem prática spammer. Por serem emails “sem dono”, não podem se cadastrar para receber email marketing, logo, são armadilhas que pegam em flagrante a empresa que pratica spam, apenas pelo fato de ter recebido um email, sem autorização. Outro fator importante é que o spamtrap é um email normal, como qualquer outro, sendo impossível identificá-lo como tal.
Se o email marketing que sua empresa envia está sendo, frequentemente, bloqueado como spam, pode ser que sua base possua spamtraps. Para evitar o envio de email aos spamtraps é importante seguir dois procedimentos:
1- Utilizar o recurso de double opt-in
O double opt-in é um recurso que permite saber se o email cadastrado existe ou está correto através de uma interação em um email de confirmação. Com esse recurso, um email spamtrap não fará parte da base de contatos pois ele não confirmará o recebimento do email. Lembre-se: ele é um email sem dono, no qual não haverá interação.
2- Enviar email marketing para contatos que interagem com o email
Separar os emails que já interagiram com seus comunicados é garantia de enviar para pessoas que realmente existem. Um spamtrap não interage. Como dito anteriormente, é um email sem dono. Porém, alguns provedores utilizam emails sem atividade e os transformam em spamtrap. Dessa forma, ter uma base muito antiga, mesmo sendo double opt-in, não será garantia de base sem spamtraps.
Sendo assim, para evitar cair neste tipo de armadilha, o melhor a fazer é garantir o uso das boas práticas, utilizando recursos de double opt-in e analisando o comportamento da base para enviar email marketing somente para contatos que interagem com os emails.